Sobre nós

Conhece os nossos membros e voluntários

Breve História

A base da evolução humana e da maior revolução social foi a Agricultura.
Esta revolução só ocorreu há 10 mil anos atrás e permitiu a fixação das populações, a criação de comunidades e libertou o homem. De colector passou a produtor. Esta revolução não destruiu a harmonia Homem-Natureza, simbiose perfeita até à revolução Industrial.

Nos finais do século XIX, o homem aprendeu a dominar a energia do Petróleo, passando de uma agricultura biológica e biodinâmica, em que se associava o potencial da Natureza com as regras do Universo, para a agricultura industrial, perfeita para uma população mundial de 3 mil milhões de habitantes, mas insustentável para o Terra quando seremos em 2023, 8 mil milhões de seres humanos.

Porquê mais um Movimento, se o problema já foi detectado?


Como começámos?

O Movimento Terra Solta nasce de um encontro de amigos que partilham os ideais de uma sociedade mais justa, mais próxima da terra e que pode e deve usufruir da tecnologia.

E se na aldeia global, existissem pequenas aldeias comunitárias em que se possa viver de forma mais igualitária? Em que todo o homem e mulher é dotado de capacidades positivas não auto-destrutivas? E se essas pequenas aldeias, chamemos comunidades alternativas, que tanto podem ser urbanas como rurais, fossem geridas por palavras tão simples:

- SOLIDARIEDADE, COOPERATIVISMO; Será que podemos viver de forma mais saudável e mais feliz?
O Movimento Terra Solta, não tem dúvidas. Tem a certeza que o regresso à terra, à produção de bens de forma próxima, a reutilização e a negação do excesso podem criar pessoas mais felizes e um ambiente em equilíbrio e sustentável.

- PERMACULTURA; AGRICULTURA BIOLÓGICA e BIODINÂMICA em meio Urbano e Rural;

- COMUNIDADES URBANAS PARTILHADAS, ECO-ALDEIAS;

E, é necessário politicas para estes conceitos?


Os nossos princípios

O Movimento Terra Solta, tem por base ser apolítico. Mas até aqui falamos de Sociedade e Economia, porque o Homem é um ser Político. O Movimento tem por base a sensibilização, o desenvolvimento e a sustentabilidade.

E o que objectiva o Movimento Terra Solta? Ao vermos o miolo dos centros urbanos ao abandono e as aldeias sem gentes, essa forma de viver que está a dar lugar a “Megalópis” sem sentido e sem necessidade, o que se constata? As cidades deixaram-nos réstias de uma cultura de proximidade, com os seus quintais, o pequeno comércio, o pequeno produtor, em que cada rua era uma aldeia, e as aldeias eram comunitárias. E se reocuparmos e dermos vida a esses espaços? E se as aldeias voltarem a ter gente? E se os quintais, lojas e pequenas indústrias locais voltarem a ter gente? E se as casas abandonadas voltarem a ter gente? E se recuperamos tantos e tantos métodos tradicionais em fase de desaparecerem?

O Movimento Terra Solta, objectiva uma atitude de desenvolver acções em espaços abandonados, e poder praticar as ideias aqui escritas para uma sociedade mais justa e mais livre em comunhão com o ambiente.

O Movimento não é nosso, é de todos!

A Associação

A 23 de Novembro de 2011 o Movimento Terra Solta constituiu-se como Associação Associação Movimento Terra Solta (AMTS).

Jurámos manter o mesmo espírito que nos levou a formar o Movimento Terra Solta, mas logo as primeiras acções práticas levaram-nos a achar que tínhamos condições para ascender a um patamar de mais responsabilidade e com melhor resposta social, naquilo que continuamos a acreditar ser necessário aos dias de hoje, os valores de uma economia solidária.

Durante a fase inicial, obtivemos a gestão de um óptimo espaço para gerir - a Quinta do Mitra - por celebração de um protocolo com a Junta de Freguesia de Campanhã, onde implementámos uma quinta pedagógica, cuja a ideia é servir uma plataforma de iniciativas para projectos que sigam as linhas de orientação que estão na génese da AMTS, economia solidária, iniciativas que promovam a sustentabilidade ambiental, social e económica.

Em 2021/2022 mudámo-nos para um espaço ambandonado do Centro Juvenil de Campanhã e connosco levámos a Quinta Pedagógica, agora denominada Quinta Pedagógica de Campanhã.

O nossos membros

Victor Parati

A eterna alegria

O nosso Presidente

Nuno Moutinho

O pilar

O Pilar do Terra Solta

Patricia Neto

A Transformadora

A jovialidade e a comunidade sempre em primeiro lugar!

Fernando Coelho

O Músico

Fascinado por tudo o que faz sons!

Rogério

O Solidário

O espirito posito encarnado em pessoa!

Ana Salta

Voluntária

A nossa cozinheira!

Ricardo

O maestro

O maestro da orquestra comunitária!

Rita Nobrega

O amor

O amorriii

Eunice

A voz da maturidade

A voz da sensatez

Luis Tiago

Anda a ver se consegue plantar digitos binarios

Fernando Pinto

O Fundador

A jovialidade e a comunidade sempre em primeiro lugar!

Jorge

Sempre pronto para fazer!

Rogério Figueiredo

O engenhocas

Marco Raposo

O Fundador

O espirito da inspiração na terra!

Alipio de Sousa

O Criador

A aurea da energia positiva nos braços e mão do criador!

Cecilia Carvalho

O Sorriso

A sorriso cheio e alegria maternal!

Sónia Sucena

A paz e o bom temperamento

José Inácio

O Fundador

Sempre pronto para fazer e ensinar!

Francisco Flórido

O Fundador

A terra e o verde!

Marlene Sousa

O Criadora

A motivação inspiradora!

Paulo Lagarticha

Voluntário

A particiapção incansavél e acolhedora!

Walter

Voluntário

Sempre a aprender!

Eduardo Coelho

O Músico

Sempre pronto a participar!